"É benção e maldição": a fórmula do sucesso de Susanne Strasser
A autora conversou com o Blog Letrinhas sobre os contos acumulativos que viraram sua assinatura, seus últimos lançamentos e sua passagem pelo Brasil
Ilustração do livro "O domingo trocado" / Ruth Löbner (texto) e SaBine Büchner (ilustração)[/caption]
"Eu normalmente leio para eles na cama, à noite, antes de dormir. Era assim que meus pais liam para mim. Só leio para minha filha e meu filho os livros infantis de que eu gosto. Sempre leio uma vez sozinho antes de ler para eles, e se o livro passar no teste, lemos juntos. Normalmente, são livros sintéticos e gráficos, às vezes só de imagens (vamos inventando a história juntos), às vezes com algumas frases que logo se acabam e eles pedem de novo e de novo.
Quando a ideia é fazê-los dormir, tenho que cortar a interação e às vezes escolho algum livro mais longo e enfadonho para eles caírem no sono; vou “editando” para limar os absurdos que ainda encontramos com frequência por aí (esteriótipos de gênero e outras ideias ultrapassadas).
E as histórias inventadas são sempre um sucesso, porque acabamos colocando bastante deles e de coisas com que eles se relacionam facilmente ali no meio.
Ricardo Amado, 35 anos, arquiteto, pai de um menino de 5 e de uma menina de 3.
A autora conversou com o Blog Letrinhas sobre os contos acumulativos que viraram sua assinatura, seus últimos lançamentos e sua passagem pelo Brasil
O Brasil tem cada vez mais oferta em edições pensadas para que a materialidade seja mais cuidada, mais percebida e, até lida como parte das intenções narrativas de leitura dos autores e autoras
Mei Mei está ansiosa para uma grande apresentação. Ela quer ser perfeita enquanto toca seu violino em 'A coelhinha Mei Mei'. Mas a arte ensina que o processo pode ser mais importante que o resultado