Planejamento de Leituras do ano: o que é preciso considerar?
Cada coordenador pedagógico e professor tem seu próprio processo para desenhar o percurso das leituras. Mas há alguns fatores que precisam ser levados em conta
O grúfalo, de Julia Donaldson (texto) e Axel Scheffler (ilustrações)
Você não conhece um Grúfalo? Um Grúfalo! Ele tem presas incríveis e garras terríveis e, em sua boca, dentes horríveis! E, com essas palavras, o ratinho herói (ou anti-herói?) dessa divertida história se livra de seus predadores muito temíveis, um por um, inventando um monstro que só existe em sua imaginação. Ou será que não? Pois Grúfalo e seu filho voltam em edições caprichadas para brincar com os leitores de um jeito diferente: as duas obras deram origem a dois livros de atividades repletos de referências literárias e com as belíssimas ilustrações de Scheffler. Além de mais de 400 adesivos, que podem ser usadas em diversas propostas (de quebra-cabeça à composição livre de cenário), há caça-palavras, jogo de erros, labirinto, páginas para colorir...
O filho do grúfalo, de Julia Donaldson (texto) e Axel Scheffler (ilustrações)
Publicados no Brasil no mesmo ano que na Inglaterra, os livros de atividade não são apenas divertidos, mas remetem constantemente às obras originais, criando um interessante diálogo entre literatura e produção infantil e convidando o jovem leitor (e sua família) a darem mais uma espiadinha em O Grúfalo e O filho do Grúfalo.
Cada coordenador pedagógico e professor tem seu próprio processo para desenhar o percurso das leituras. Mas há alguns fatores que precisam ser levados em conta
Os livros infantis estão mostrando cada vez mais diferentes tipos de famílias - ainda bem! Veja obras que fazem isso muito bem:
Entre o sangue e o sobrenome, entre os pais escolhidos e a origem biológica, há perguntas, expectativas e o desejo de construir a própria identidade. Vamos falar sobre isso com as crianças?