"Tudo o que não se converte em história se afunda no tempo", lê-se ao final de O mapeador de ausências, de Mia Couto. Ele tece uma trama de ausências e esquecimentos, de resgate e rejeição dos tempos passados.
Eles vinham na ponta da passarela para pedestres que sobrepassava a grande avenida. Lá embaixo, o sol rasante deixava um reflexo amarelo no riacho sujo que corria em um valão entre as duas vias da avenida.
Desejo um ano que já comece em junho, terminando em setembro e que depois de setembro recomece agosto, concluindo em março.
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A conectividade e o uso de smartphones culminam um ciclo de libertação dos povos indígenas que começou com a sua inclusão maciça na educação superior, iniciada no governo Lula.