Mario Quintana e a poesia minimal, por João Anzanello Carrascoza
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
Malala Yousafzai - ©Insiya Syed
A Companhia das Letras tem a alegria de anunciar a publicação de No meu caminho, autobiografia de Malala Yousafzai, em 21 de outubro de 2025, em lançamento simultâneo à edição de língua inglesa. Em seu primeiro livro para o público adulto desde o fenômeno editorial Eu sou Malala (2013), a vencedora do Prêmio Nobel da Paz e autora best-seller do New York Times conduz seus leitores por uma jornada pessoal e surpreendente, para além das manchetes a seu respeito.

Malala Yousafzai tinha apenas quinze anos quando foi lançada aos holofotes públicos. Forçada a abandonar sua casa no Paquistão após o atentado perpetrado pelo Talibã contra sua vida matou, tornou-se ícone internacional e símbolo de resiliência, ativismo e esperança. Mas, por trás dessa imagem que ganhou o mundo, estava uma sobrevivente que lutava para se reerguer depois de ver sua história dar uma guinada irrevogável — e que ela jamais previra.
Ao narrar a realidade brutal dos anos posteriores ao ataque, No meu caminho é uma história que trata de amizade e primeiro amor, de saúde mental e autodescoberta, do esforço de se manter fiel à sua identidade mesmo quando todos insistem em lhe impor rótulos. Com humor, sensibilidade e franqueza, Malala se apresenta ao mundo mais uma vez, mostrando como aprendeu a transcender a definição de sobrevivente enquanto buscava a liberdade de descobrir quem realmente é.
Malala Yousafzai é ativista pela educação, a mais jovem vencedora do Prêmio Nobel, autora de best-sellers e produtora de cinema premiada. Nasceu em Mingora, Paquistão, em 1997 e se formou na Universidade de Oxford em 2020.
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
Em Um homem bom, Waldomiro J. Silva Filho cria uma narrativa de rara densidade emocional que evoca os rastros deixados pelas perdas, pela perseguição política e pela melancolia diante de um mundo indiferente.
Errata da primeira edição de "Trincheira tropical: A Segunda Guerra Mundial no Rio"