Trilogia da desordem, por Natércia Pontes
Natércia Pontes compartilha os temas que marcam seu novo romance, "Vida doçura".
Companhia das Letras
Quem tem medo do feminismo negro?, de Djamila Ribeiro

Um livro essencial e urgente, pois enquanto mulheres negras seguirem sendo alvo de constantes ataques, a humanidade toda corre perigo.
A estranha ordem das coisas, de António Damásio (tradução de Laura Teixeira Motta)

Escrito por um dos neurocientistas mais proeminentes da atualidade, este livro traz uma reflexão divisora de águas, que abrange as ciências biológicas e sociais, oferecendo uma nova maneira de entender as origens da vida, os sentimentos e a cultura.
O elogio do vira-lata e outros ensaios, de Eduardo Giannetti

Autor dos best-sellers Autoengano e O valor do amanhã, o economista Eduardo Giannetti explora com agudeza e precisão temas como identidade, cultura e história econômica nesta coleção de 25 ensaios.
Catarina, a Grande, & Potemkin, de Simon Sebag Montefiore (tradução de Berilo Vargas)

Do autor dos best-sellers Jerusalém, Stálin e Os Románov, a história de amor entre uma das maiores imperatrizes de todos os tempos e um oficial de seu exército.
Dora sem véu, de Ronaldo Correia de Brito

Autor de Galileia, vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura, Ronaldo Correia de Brito cria uma narrativa emocionante e multifacetada, de traços dostoievskianos, sobre o amor e a culpa.
O tempo desconjuntado, de Philip K. Dick (tradução de Braulio Tavares)

Um romance impressionante de um dos maiores nomes da ficção científica. Philip K. Dick faz o leitor duvidar do real e se perguntar a todo momento até que ponto a paranoia é justificada.
Natércia Pontes compartilha os temas que marcam seu novo romance, "Vida doçura".
O evento abordou a necessidade de fortalecer a relação entre a biblioteca e a comunidade escolar, estratégias para a formação de leitores e as dores e delìcias de ser bibliotecário
Representação e representatividade têm diferenças? Sim! E há muito o que se falar sobre especificamente quando ouvimos essas mulheres indígenas Carina Pataxó, Raquel Teixeira e Tai