Mario Quintana e a poesia minimal, por João Anzanello Carrascoza
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo

No dia 19 de janeiro, a escritora russa Liudmila Petruchévskaia fez um pocket show no Teatro Eva Herz da Livraria Cultura, em São Paulo, para lançar o livro Era uma vez uma mulher que tentou matar o bebê da vizinha.
Considerada por alguns herdeira de Edgar Allan Poe e Gogol, a maior autora russa viva combina o contexto soviético em que produziu grande parte de sua obra com uma realidade povoada por assombrações, pesadelos, acontecimentos macabros e personagens sinistras.
O resultado são histórias sobrenaturais que retomam a tradição dos contos folclóricos, porém dotadas de um humor contemporâneo e de uma carga política que não precisa se expressar diretamente para existir, pois, assim como não é à toa que a autora teve sua obra banida da União Soviética até o final dos anos 1990, tampouco é por acaso que ela recebeu em 2002 o prêmio de maior prestígio na Rússia pelo conjunto de sua obra.
Participaram do evento, fazendo leitura do livro, Isabella Prata, Guilherme Licurgo, Juliana Braga, Marcelo Dantas, Zazi Aranha e Guto Requena. Veja a seguir a apresentação de Liudmila Petruchévskaia na íntegra.
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
Em Um homem bom, Waldomiro J. Silva Filho cria uma narrativa de rara densidade emocional que evoca os rastros deixados pelas perdas, pela perseguição política e pela melancolia diante de um mundo indiferente.
Errata da primeira edição de "Trincheira tropical: A Segunda Guerra Mundial no Rio"