Mario Quintana e a poesia minimal, por João Anzanello Carrascoza
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo

A Companhia das Letras lamenta profundamente a morte de Ricardo Piglia, um dos maiores nomes da literatura contemporânea.
Piglia nasceu em Adrogué, na província de Buenos Aires, em 1941. Foi professor emérito da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos. Como crítico literário e ficcionista, publicou grandes obras como Formas breves, livro que lhe rendeu o Prêmio Bartolomé March de 2001 de melhor livro de ensaios literários publicado na Espanha, Alvo noturno, vencedor do prêmio literário venezuelano Rómulo Gallegos, e Respiração artificial, que recebeu o prêmio Boris Vian de romance em 1981.
Piglia esteve no Brasil em 2011, onde realizou uma conferência em comemoração aos 25 anos da Companhia das Letras.
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
Em Um homem bom, Waldomiro J. Silva Filho cria uma narrativa de rara densidade emocional que evoca os rastros deixados pelas perdas, pela perseguição política e pela melancolia diante de um mundo indiferente.
Errata da primeira edição de "Trincheira tropical: A Segunda Guerra Mundial no Rio"