Mario Quintana e a poesia minimal, por João Anzanello Carrascoza
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
Há um século, num 1º de junho, nascia Murilo Rubião (1916-1991), o grande contista mineiro que foi um dos maiores expoentes da literatura fantástica em nossas letras. Um pioneiro que, com apenas 33 contos -- lapidados à exaustão —, foi toda uma literatura. O realismo mágico, o inesperado, a surpresa e o maravilhamento são a base de sua obra. Um legado incontornável nas letras brasileiras.
Para comemorar a data, a Companhia das Letras publica este mês o volume Obra completa -- edição do centenário, com todos os contos do autor, além de ensaio inédito de Carlos de Brito e Mello e um delicioso artigo feito pelo crítico Jorge Schwartz na década de 1970.

Obra completa -- edição do centenário chega às livrarias no final do mês.
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
Em Um homem bom, Waldomiro J. Silva Filho cria uma narrativa de rara densidade emocional que evoca os rastros deixados pelas perdas, pela perseguição política e pela melancolia diante de um mundo indiferente.
Errata da primeira edição de "Trincheira tropical: A Segunda Guerra Mundial no Rio"