"É benção e maldição": a fórmula do sucesso de Susanne Strasser
A autora conversou com o Blog Letrinhas sobre os contos acumulativos que viraram sua assinatura, seus últimos lançamentos e sua passagem pelo Brasil
Girafas, de Jean-Claude Alphen: autor brinca com suas lembranças do pai, que desenhava para ele
Quando pequeno, Jean-Claude se entregou às páginas de Asterix, Tintim e Gaston Lagaffe. Seu lado tapioca lhe garantiu pigmentos variados, cores luminosas. Combinando as duas influências, o autor -- cartunista de grandes jornais, ilustrador de livros didáticos antes de se dedicar à Literatura Infantil e Juvenil -- chegou ao sabor exato de seus livros. Sempre permeados por muito bom humor, os livros de Jean-Claude são um convite à diversão entre adultos e crianças. Não à toa, tem obra no catálogo The White Ravens, da prestigiosa Biblioteca de Munique; já ganhou um Jabuti de Ilustração e um Glória Pondé, da Biblioteca Nacional. Pela Brinque-Book, acaba de lançar o delicioso, colorido e brincante Girafas. Convidado a brincar com a gente nesse Brinque-Book Brinca, entrevista-brincadeira sempre com as mesmas 10 perguntas a diversos autores, pintou o sete -- ou melhor, as dez! Vem ver! 1) Quem é você?
2) Quem faz livros é o quê?
3) Como é o lugar em que você trabalha?
4) Quais são suas técnicas prediletas para desenhar, escrever, ilustrar e imaginar?
5) Como é que você tem uma ideia para escrever ou desenhar? E como tira ela da cabeça e coloca no papel?
6) Qual foi a ideia mais brincante que você teve e que virou livro?
7) Seus lápis e cadernos brincam com você?
8) Quando não tem ninguém olhando, do que você brinca? E quando tem alguém olhando?
9) Em que momento, lugar, clima, hora do dia ou posição você mais gosta de ler, escrever ou desenhar?
10) O que você mais gostava de ler quando criança? Mudou muito para os dias de hoje?
A autora conversou com o Blog Letrinhas sobre os contos acumulativos que viraram sua assinatura, seus últimos lançamentos e sua passagem pelo Brasil
O Brasil tem cada vez mais oferta em edições pensadas para que a materialidade seja mais cuidada, mais percebida e, até lida como parte das intenções narrativas de leitura dos autores e autoras
Mei Mei está ansiosa para uma grande apresentação. Ela quer ser perfeita enquanto toca seu violino em 'A coelhinha Mei Mei'. Mas a arte ensina que o processo pode ser mais importante que o resultado