"É benção e maldição": a fórmula do sucesso de Susanne Strasser
A autora conversou com o Blog Letrinhas sobre os contos acumulativos que viraram sua assinatura, seus últimos lançamentos e sua passagem pelo Brasil
"A carta do Gildo" / Silvana Rando (texto e ilustrações)[/caption]
Ao querido leitor ou querida leitora,
Essa não é uma resenha comum. É uma carta aberta. Uma carta aberta para falar de outras cartas. Por exemplo, da carta da Catarina. Era uma vez a Catarina, que mudou de escola e mandou -isso!- uma carta aos amigos que deixou na antiga.
Entre esses amigos estava o Gildo. Sim, ele mesmo. Você conhece, né? O Gildo é aquele elefante super simpático e super corajoso, que não tinha medo de nada -nem de altura ou montanha russa- a não ser de balões de aniversário. Lembra dele?
Bom, o Gildo e a Catarina eram da mesma escola, mas ela se mudou e mandou uma carta para a turma toda. Todo mundo respondeu -cada um fez sua carta resposta à colega. Acontece que no caminho até a escola nova da Catarina deu a maior confusão, e as cartas se perderam, caindo cada uma delas na casa de um desconhecido das crianças.
O que esses desconhecidos fizeram? Sim, responderam as cartas. Uma por uma, as crianças da sala do Gildo foram recebendo as suas, conhecendo pessoas, começando uma nova amizade. Menos... o Gildo. Ninguém escrevia para ele... que foi ficando triste, triste, triste e mais triste ainda.
Não vamos dar spoiler, né? Então a nossa carta se encerra aqui. Só vamos dizer que o livro mostra uma amizade linda e nos faz pensar muito em nossos amigos. O que será que eles veem de bacana em nós? Repare na guarda do livro, lá tem pistas sobre a amigona do Gildo. Guarda é aquela parte logo depois da capa, antes do livro começar e antes dele terminar.
Ah, o livro também faz pensar no que é uma carta, em como se faz uma e, claro: quem escreve carta nos dias de hoje -além de nós e da Catarina? O que você acha?
Com carinho,
Equipe do Blog da Brinque.
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O Brasil tem cada vez mais oferta em edições pensadas para que a materialidade seja mais cuidada, mais percebida e, até lida como parte das intenções narrativas de leitura dos autores e autoras
Mei Mei está ansiosa para uma grande apresentação. Ela quer ser perfeita enquanto toca seu violino em 'A coelhinha Mei Mei'. Mas a arte ensina que o processo pode ser mais importante que o resultado