"É benção e maldição": a fórmula do sucesso de Susanne Strasser
A autora conversou com o Blog Letrinhas sobre os contos acumulativos que viraram sua assinatura, seus últimos lançamentos e sua passagem pelo Brasil
“Um jeito de abrir a imaginação.” É assim que Ricardo define uma de suas atividades favoritas: a leitura. O garoto lê pelo prazer de adentrar novos universos, de acompanhar a trajetória de um personagem e descobrir o que sente. Por isso, no Dia da Criança, o vídeo acima é uma homenagem a meninas e meninos que ousam imaginar mundos melhores.
Foi gravado na biblioteca do Colégio Rainha da Paz, localizado na zona oeste de São Paulo. Ali, entre almofadões coloridos e muitas prateleiras convidativas, uma turma de alunos do sexto ano se reúne para mergulhar nas histórias. "[Ler] me faz imaginar coisas que eu não imaginaria...", comenta Alice. "Você esquece o que está à sua volta, você se sente livre convivendo com a história", completa Artur.
Na escola, alguns participam de um Clube de Leitura, onde debatem sobre um livro previamente combinado. “É o paraíso para você esquecer de todos os problemas e começar a ler”, conta Artur. E, quando a leitura é boa, o difícil é conseguir parar: Beatriz conta de lê de uma vez, como num só gole. "Várias vezes, à noite, eu pego um livro para ler, fico lendo até tardão porque quero acabar de ler o livro", complementa Giovana.
O sentimento é tão real que transborda. "Às vezes, você se apega à trama, aos personagens. Aí, se a história tiver um final triste, eu choro", conta Ricardo. Mas o melhor mesmo é quando as leituras mudam as coisas para melhor: "Tem algumas leituras que eu considero tão boas que acho que podem acabar mudando o mundo”, finaliza Artur.
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