Planejamento de Leituras do ano: o que é preciso considerar?
Cada coordenador pedagógico e professor tem seu próprio processo para desenhar o percurso das leituras. Mas há alguns fatores que precisam ser levados em conta
Os trabalhos da artista argentina Juliana Bollini surgem de objetos ou restos de coisas que muita gente consideraria lixo. Um pedaço de madeira, um cabide velho, papel cortado e filtro de café usado dão vez a incríveis esculturas de seres e personagens que habitam o seu ateliê, sala repleta de obras prontas ou em processo.
Ali uma mesa é iluminada por uma ampla janela, que também lhe dá a inspiração de que precisa. “É um pouco o processo que a gente tem quando está olhando as nuvens”, diz. Foi olhando as nuvens que buscou ideias para transformar pedaços de coisas nos personagens de colagens do livro Os nada-a-ver. O convite foi feito pelo próprio autor do livro, Jean-Claude R. Alphen, que costuma ilustrar as obras que escreve, mas achou que a artista seria perfeita para criar todo o universo dos nada-a-ver.
O desafio foi grande. Juliana está acostumada a trabalhar com esculturas, pensava em realizar um trabalho em três dimensões, que poderia ser fotografado posteriormente. Mas como logo viu que a tarefa seria interminável, decidiu mergulhar de cabeça na técnica de colagem.
No vídeo acima, confira a conversa que tivemos com a artista, que nos conta detalhes sobre a sua arte e nos mostra seu ateliê.
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