"É benção e maldição": a fórmula do sucesso de Susanne Strasser
A autora conversou com o Blog Letrinhas sobre os contos acumulativos que viraram sua assinatura, seus últimos lançamentos e sua passagem pelo Brasil
A designer Alissa Queiroz nasceu no mesmo ano da Companhia das Letrinhas, 1992. Na infância, Gabriela Tonelli, do editorial, foi leitora dos livros do selo – e obcecada pela obra O patinho realmente feio e outras histórias malucas. Mell Brites, editora, sempre sonhou em trabalhar com as publicações do grupo. Já Elisa Braga, diretora de produção, há 29 anos na mesma casa editorial, viu nascer, engatinhar e crescer o selo, seu "filho do meio", surgido entre duas gestações de filhos de carne e osso.
No ano de comemorações da Companhia das Letrinhas, os funcionários da editora, que vivem todo o processo do livro, desde o recebimento de um original, passando por todas as etapas editoriais e de produção para ser impresso até, enfim, chegar às mãos do público leitor, revelam sua relação com o selo. Difícil quem não imprime no fazer diário as lembranças da própria infância, o prazer em compartilhar com a família e os filhos os lançamentos e o gosto pelas histórias dedicadas aos pequeninos.
Para comemorar esses 25 anos com a gente, confira no vídeo acima histórias que estão por trás das histórias que você lê.
A autora conversou com o Blog Letrinhas sobre os contos acumulativos que viraram sua assinatura, seus últimos lançamentos e sua passagem pelo Brasil
O Brasil tem cada vez mais oferta em edições pensadas para que a materialidade seja mais cuidada, mais percebida e, até lida como parte das intenções narrativas de leitura dos autores e autoras
Mei Mei está ansiosa para uma grande apresentação. Ela quer ser perfeita enquanto toca seu violino em 'A coelhinha Mei Mei'. Mas a arte ensina que o processo pode ser mais importante que o resultado