Planejamento de Leituras do ano: o que é preciso considerar?
Cada coordenador pedagógico e professor tem seu próprio processo para desenhar o percurso das leituras. Mas há alguns fatores que precisam ser levados em conta
Brinque-Book: Como foi que seu interesse pela arte foi parar nos livros ilustrados?
Tor Freeman: Sempre fui interessada em arte e acabei me formando na Universidade de Kingston, nos arredores de Londres, em 1999. Antes mesmo de começar o curso eu já sentia que gostaria de trabalhar com livros para crianças. Durante o curso, tive um módulo sobre o tema e me apaixonei.
Nos seus livros, os personagens geralmente são animais. Conte um pouco sobre essa escolha.
Acho que isso acontece porque tenho uma grande liberdade de ser engraçada e intensa com eles. Eles podem ser próximos das crianças, ter aparência ou comportamento mais infantis e também podem fazer coisas que no mundo real as crianças não podem fazer. Você entende que eles são inocentes, mesmo que estejam em situações mais extremas, sem arriscar comparações negativas com a vida real. O que vemos nessas histórias não nos trazem preocupações, apenas diversão.
Por isso a expressividade é sempre algo marcante no seu trabalho?
A expressividade do desenho é uma das minhas coisas favoritas. Isso é mais um ponto que faz com que eu goste de trabalhar com personagens animais. Fica interessante e cômico exagerar o comprimento do corpo e dos rostos.
Quais são as influências que ajudaram na sua formação como ilustradora?
Eu cresci desenhando o tempo todo, como eu acho que a maioria dos ilustradores fazem. Então comecei a ler os quadrinhos de Bill Watterson, Walt Kelly e Gary Larson. Originalmente, eu queria ser cartunista, mas, em seguida, depois de descobrir a obra de Maurice Sendak (ainda adolescente), me inspirei a fazer livros infantis. Eu acho que neles existe uma licença incrível para produzir arte real, que pode ser significativa e engraçada, e tocar um público extremamente importante: as crianças.
Malu contou um segredo para a Olívia, que prometeu não contar para ninguém. Mas alguns segredos são grandes demais para uma gata só… Será que Olívia vai conseguir manter sua promessa?
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Acontece com todo mundo: às vezes o mau humor derruba as pessoas sem uma boa razão. Quando Olívia percebe que este não é um bom dia, ela não se importa em dividir os sentimentos com todos os amigos que encontra: ela não quer brincar com Malu, acha o chapéu de Dudu “molenga como uma panqueca”, grita com Zeca e ignora Lola. E assim é, até Olívia dar de cara com uma loja de doces. Com um saco de “minhocas” de jujuba em mãos, Olívia fica mais doce. Quanto mais balas come, melhor ela se sente. Logo, ela cumprimenta alegremente seus amigos, que agora estão chateados. . . Será que as jujubas terão o poder de animá-los também?
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Cada coordenador pedagógico e professor tem seu próprio processo para desenhar o percurso das leituras. Mas há alguns fatores que precisam ser levados em conta
Os livros infantis estão mostrando cada vez mais diferentes tipos de famílias - ainda bem! Veja obras que fazem isso muito bem:
Entre o sangue e o sobrenome, entre os pais escolhidos e a origem biológica, há perguntas, expectativas e o desejo de construir a própria identidade. Vamos falar sobre isso com as crianças?