O que o Brasil precisa é de mais escritores, por Roberto Taddei
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A arte dos encontros é um livro para qualquer um que já tenha se perguntado como tornar um encontro inesquecível – e significativo.
“As reuniões virtuais estão desanimadoras.” É o que disse Priya Parker, em entrevista recente ao Wall Street Journal. Consultora, produtora executiva e apresentadora do Together Apart, podcast do New York Times, Priya é especialista em resolução de conflitos. Em A arte dos encontros, publicado pela Objetiva, ela examina vários tipos de encontros – conferências, reuniões, uma audiência, uma festa, um acampamento – e explica como mudanças simples e específicas podem revigorar qualquer experiência em grupo.
“Depois de todos os meus encontros, sejam eles uma reunião de conselho ou uma festa de aniversário, vejo que é justamente a forma como um grupo se reúne o que determina o sucesso dele e que são pequenas escolhas que você pode fazer para a sua reunião decolar”, afirma.
Na entrevista, Priya mostrou o que está mudando no universo das reuniões corporativas e elas devem funcionar no futuro.

Priya Parker, autora de A arte dos encontros (Foto: Adam Ferguson)
“Todas as organizações basicamente têm culturas próprias. E é exatamente no trabalho remoto ou no híbrido que eliminamos uma parte dela, ou seja, acabamos diminuindo a nossa percepção uns dos outros, a nossa compreensão do que é o nosso trabalho e do que é o local de trabalho. Isso tem feito com que muitas reuniões sejam medíocres.”
“A forma como se dão as conversas quando estamos em um ambiente virtual é muito diferente. Certamente, você pode criar uma conexão significativa numa reunião virtual, porém é uma habilidade a ser desenvolvida.”
“Veremos mais reuniões presenciais intencionais. Quando seus funcionários estão dizendo: 'Prove para mim' porque precisamos nos reunir, você deve começar a investir recursos nesse sentido. O tempo que passamos juntos é tão sagrado e tão caro, então precisamos usá-lo muito bem.”
“Também experimentaremos muito mais sofisticação nas conexões on-line significativas, com mais aplicativos e ferramentas que permitirão não apenas a participação em grande escala, mas, também que pequenos grupos e conexões mais íntimas se formem no ambiente corporativo.”
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