Trilogia da desordem, por Natércia Pontes
Natércia Pontes compartilha os temas que marcam seu novo romance, "Vida doçura".
Sérgio Sant’Anna, que nos deixou em 2020, completaria 80 anos em outubro deste ano. Ele publicou mais de 20 livros em vida, passeou por todos os gêneros e formas, foi traduzido para muitas línguas e viu seus textos serem adaptados para o teatro e para o cinema.
Em agosto, foi publicado o livro que marca a despedida de Sant’Anna: A dama de branco. Organizado por Gustavo Pacheco, o volume é composto por dezessete contos – que tratam da solidão, da memória, do desejo e da própria escrita – e uma novela, que estava em vias de ser terminada.
Neste episódio da Rádio Companhia — o podcast da Companhia das Letras —, reproduzimos um bate-papo especial em homenagem às oito décadas de Sant’Anna. André Sant’Anna, escritor, roteirista e filho de Sérgio, reúne-se com Bia Lessa, atriz e diretora, e o antropólogo, escritor e tradutor Gustavo Pacheco para falar sobre o legado do autor, referência incontornável para gerações de escritores e leitores.
Saiba mais sobre A dama de branco:
No Rio de Janeiro do início da quarentena, o narrador passou a observar uma vizinha que saía de madrugada para dar uma volta no estacionamento a céu aberto. Embora ela não soubesse que estava sendo acompanhada, uma estranha cumplicidade se estabeleceu entre os dois, e sua presença simbolizava a promessa de um encontro arrebatador, ao mesmo tempo em que representava a morte pairando ao redor.
Apresentação e edição: Paulo Júnior
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