Mario Quintana e a poesia minimal, por João Anzanello Carrascoza
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
Quatro anos depois do premiado A resistência, Julián Fuks mantém a veia política de sua escrita narrando encontros com pessoas de uma ocupação no centro de São Paulo e as próprias relações familiares, como o pai hospitalizado e a gravidez da esposa. Se no romance anterior a palavra ‘resistência’ guiava a história de seu passado afetivo, agora é a ideia da ‘ocupação’ que media o texto do escritor paulistano.
A ocupação, que já está nas livrarias, é o tema da conversa com o escritor neste centésimo episódio da Rádio Companhia. No papo com Paulo Junior, Fuks fala da experiência do convívio com a Frente de Luta por Moradia, dos debates em torno de sua obra e de uma literatura o tempo todo ocupada pela política.
Ao fim da conversa, ouça um trecho de A ocupação na voz do escritor moçambicano Mia Couto.
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Apresentação: Mariana Figueiredo
Roteiro e entrevista: Paulo Júnior
Edição: Central 3
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
Em Um homem bom, Waldomiro J. Silva Filho cria uma narrativa de rara densidade emocional que evoca os rastros deixados pelas perdas, pela perseguição política e pela melancolia diante de um mundo indiferente.
Errata da primeira edição de "Trincheira tropical: A Segunda Guerra Mundial no Rio"