Mario Quintana e a poesia minimal, por João Anzanello Carrascoza
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo

Foto: Fe Pinheiro
Essa gente, o novo romance de Chico Buarque, foi recebido com entusiasmo pela imprensa nesta sexta-feira, 8. Cadernos culturais dos principais veículos do país deram destaque a esta que é a primeira obra literária a encarar o Brasil de agora — abaixo, leia algumas aspas das matérias. O livro está sendo distribuído para as livrarias, e você já pode comprá-lo no site da Companhia das Letras.
Na imprensa
“Quando o Rio for uma cidade submersa e o Brasil tiver acabado de vez, só vão precisar deste livro para entender o que aconteceu.” — Arthur Nestrovski, Folha de S.Paulo
“Entre a brutalidade da vida e a insuficiência das palavras, ao escritor só resta — como faz Chico Buarque — suportar a inclemência do presente e continuar a escrever.” — José Castello, Valor Econômico
'Essa gente' dispensa a linha reta do enredo tradicional para se construir como uma sequência de vinhetas reveladoras da vida carioca e brasileira, inclusive nos jogos amorosos atravessados por fantasias de poder e fantasmas familiares." — Miguel Conde, O Globo
“Em ‘Essa gente’, Chico Buarque trabalha a linguagem com mais rigor em obra que oferece retrato tragicômico do Brasil atual.” — Ubiratan Brasil, Estadão
“É como se os personagens de ‘Essa gente’ dissessem: ‘Preste atenção’, eis o Brasil como ficou.” — Fábio Altman, Veja
Chico Buarque roça as questões da desigualdade e dos privilégios estruturais na sociedade brasileira, muitas vezes em suas manifestações aceitas como normais e corriqueiras.” — Silvana Abrantes, Estado de Minas
Na Rádio Companhia, ouça um trecho do livro na voz da poeta Marília Garcia.
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
Em Um homem bom, Waldomiro J. Silva Filho cria uma narrativa de rara densidade emocional que evoca os rastros deixados pelas perdas, pela perseguição política e pela melancolia diante de um mundo indiferente.
Errata da primeira edição de "Trincheira tropical: A Segunda Guerra Mundial no Rio"