Trilogia da desordem, por Natércia Pontes
Natércia Pontes compartilha os temas que marcam seu novo romance, "Vida doçura".

Foto: Fe Pinheiro
Essa gente, o novo romance de Chico Buarque, foi recebido com entusiasmo pela imprensa nesta sexta-feira, 8. Cadernos culturais dos principais veículos do país deram destaque a esta que é a primeira obra literária a encarar o Brasil de agora — abaixo, leia algumas aspas das matérias. O livro está sendo distribuído para as livrarias, e você já pode comprá-lo no site da Companhia das Letras.
Na imprensa
“Quando o Rio for uma cidade submersa e o Brasil tiver acabado de vez, só vão precisar deste livro para entender o que aconteceu.” — Arthur Nestrovski, Folha de S.Paulo
“Entre a brutalidade da vida e a insuficiência das palavras, ao escritor só resta — como faz Chico Buarque — suportar a inclemência do presente e continuar a escrever.” — José Castello, Valor Econômico
'Essa gente' dispensa a linha reta do enredo tradicional para se construir como uma sequência de vinhetas reveladoras da vida carioca e brasileira, inclusive nos jogos amorosos atravessados por fantasias de poder e fantasmas familiares." — Miguel Conde, O Globo
“Em ‘Essa gente’, Chico Buarque trabalha a linguagem com mais rigor em obra que oferece retrato tragicômico do Brasil atual.” — Ubiratan Brasil, Estadão
“É como se os personagens de ‘Essa gente’ dissessem: ‘Preste atenção’, eis o Brasil como ficou.” — Fábio Altman, Veja
Chico Buarque roça as questões da desigualdade e dos privilégios estruturais na sociedade brasileira, muitas vezes em suas manifestações aceitas como normais e corriqueiras.” — Silvana Abrantes, Estado de Minas
Na Rádio Companhia, ouça um trecho do livro na voz da poeta Marília Garcia.
Natércia Pontes compartilha os temas que marcam seu novo romance, "Vida doçura".
O evento abordou a necessidade de fortalecer a relação entre a biblioteca e a comunidade escolar, estratégias para a formação de leitores e as dores e delìcias de ser bibliotecário
Representação e representatividade têm diferenças? Sim! E há muito o que se falar sobre especificamente quando ouvimos essas mulheres indígenas Carina Pataxó, Raquel Teixeira e Tai