O que o Brasil precisa é de mais escritores, por Roberto Taddei
Roberto Taddei compartilha a provocação que está por trás de seu novo livro, "Ser escritor"

Foto: Fe Pinheiro
Essa gente, o novo romance de Chico Buarque, foi recebido com entusiasmo pela imprensa nesta sexta-feira, 8. Cadernos culturais dos principais veículos do país deram destaque a esta que é a primeira obra literária a encarar o Brasil de agora — abaixo, leia algumas aspas das matérias. O livro está sendo distribuído para as livrarias, e você já pode comprá-lo no site da Companhia das Letras.
Na imprensa
“Quando o Rio for uma cidade submersa e o Brasil tiver acabado de vez, só vão precisar deste livro para entender o que aconteceu.” — Arthur Nestrovski, Folha de S.Paulo
“Entre a brutalidade da vida e a insuficiência das palavras, ao escritor só resta — como faz Chico Buarque — suportar a inclemência do presente e continuar a escrever.” — José Castello, Valor Econômico
'Essa gente' dispensa a linha reta do enredo tradicional para se construir como uma sequência de vinhetas reveladoras da vida carioca e brasileira, inclusive nos jogos amorosos atravessados por fantasias de poder e fantasmas familiares." — Miguel Conde, O Globo
“Em ‘Essa gente’, Chico Buarque trabalha a linguagem com mais rigor em obra que oferece retrato tragicômico do Brasil atual.” — Ubiratan Brasil, Estadão
“É como se os personagens de ‘Essa gente’ dissessem: ‘Preste atenção’, eis o Brasil como ficou.” — Fábio Altman, Veja
Chico Buarque roça as questões da desigualdade e dos privilégios estruturais na sociedade brasileira, muitas vezes em suas manifestações aceitas como normais e corriqueiras.” — Silvana Abrantes, Estado de Minas
Na Rádio Companhia, ouça um trecho do livro na voz da poeta Marília Garcia.
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