Trilogia da desordem, por Natércia Pontes
Natércia Pontes compartilha os temas que marcam seu novo romance, "Vida doçura".
O Prêmio Oceanos (Itaú Cultural) anunciou nesta terça-feira, 30, os dez finalistas que concorrem aos quatro prêmios da edição de 2018. Pela primeira vez, a premiação avaliou livros publicados em qualquer lugar do mundo mas escritos originalmente em português. Dos 1364 inscritos, o júri escolheu dez títulos — destes, dois são de Moçambique, três de Portugal e cinco do Brasil. Dos finalistas brasileiros, quatro são obras publicadas pelo Grupo Companhia das Letras.
Parabenizamos todos os nossos autores indicados e aguadarmos a premiação, que acontece no dia 7 de dezembro. Lá serão conhecidos os quatro vencedores: o primeiro colocado leva R$ 100 mil; o segundo colocado, R$ 60 mil; o terceiro, R$ 40 mil e o quarto, R$ 30 mil.
Conheça os nossos finalistas:
Ao longo de nove narrativas, Sérgio Sant’Anna desfia sua prosa transgressora ao se debruçar sobre a nostalgia, a morte, o desejo carnal, o amor e a solidão. No ano passado, o livro venceu o prêmio APCA.
Primeiro volume da série O Lugar Mais Sombrio.
Neste que é sem dúvida um dos melhores retratos literários de Brasília, Hatoum transita com a habilidade que lhe é própria entre as dimensões pessoal e social do drama e faz de uma ruptura familiar o reverso de um país cindido por um golpe. Em setembro, o livro venceu o Prêmio Juca Pato.
Em seu quinto livro, uma das vozes mais originais da poesia contemporânea reflete sobre as múltiplas espirais da linguagem. O poema, aqui, é o lugar para experimentar, exercitar o pensamento “ao vivo” e testar procedimentos novos, sempre em aberto. Em outubro, Marília estreou uma coluna sobre poesia no Blog.
Mesclando passado e presente, análises pessoais e referências culturais, Trevisan compõe um painel inesquecível da relação tumultuosa entre pai e filho enquanto constrói, com maestria, o retrato de toda uma geração
Natércia Pontes compartilha os temas que marcam seu novo romance, "Vida doçura".
O evento abordou a necessidade de fortalecer a relação entre a biblioteca e a comunidade escolar, estratégias para a formação de leitores e as dores e delìcias de ser bibliotecário
Representação e representatividade têm diferenças? Sim! E há muito o que se falar sobre especificamente quando ouvimos essas mulheres indígenas Carina Pataxó, Raquel Teixeira e Tai