Trilogia da desordem, por Natércia Pontes
Natércia Pontes compartilha os temas que marcam seu novo romance, "Vida doçura".
como ficou chato
ser contemporâneo
serei instantâneo
agora
como ficou chato
ser instantâneo
serei autômato
agora
ae10-i6-o16-u4
c7-f2-gh2-m5
n8-p1-r7-s6-t9
André Vallias
Adriana Calcanhotto não tem um livro de poesia favorito, mas sim vários poemas. Poemas que podem muito bem habitar um livro só. Foi assim que nasceu É agora como nunca, uma coletânea que abrange 41 poetas nascidos no Brasil entre 1973 e 1990 para criar uma antologia “pessoal, intransferível, autoral, ou o contrário” com o melhor da nossa poesia atual.
Com humor e melancolia, os versos formam um panorama vibrante e múltiplo da poesia atual — espalhada em saraus, blogs e livros. Cada um à sua maneira, os poemas têm uma característica em comum: falam sobre este momento, este minuto, este agora como nunca. Como a autora o define, este é o seu "livro de férias", mas também é um livro para conhecer a atual produção poética do Brasil.
Convidamos os poetas presentes em É agora como nunca para declamarem seus textos em vídeo. Confira na playlist a seguir as leituras de Flavio Morgado, Ismar Tirelli Neto, Leandro Durazzo, Lucas Argel, Maria Cecilia Brandi, Bianca Lafroy, Estrela Ruiz Leminski, Diego Callazans, Fabricio Corsaletti e Fabiano Calixto.
É agora como nunca será lançado em Belo Horizonte no dia 18 de março, às 11h30, na Livraria Scriptum (Rua Fernandes Tourinho, 99), com participação de poetas da antologia lendo suas obras.
Natércia Pontes compartilha os temas que marcam seu novo romance, "Vida doçura".
O evento abordou a necessidade de fortalecer a relação entre a biblioteca e a comunidade escolar, estratégias para a formação de leitores e as dores e delìcias de ser bibliotecário
Representação e representatividade têm diferenças? Sim! E há muito o que se falar sobre especificamente quando ouvimos essas mulheres indígenas Carina Pataxó, Raquel Teixeira e Tai