Mario Quintana e a poesia minimal, por João Anzanello Carrascoza
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo

Diferentemente do que informa a p. 75 do livro Trincheira tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio, Peter Fuss não era oficial da Luftwaffe e tampouco sobrevoou o Brasil para tirar fotos. Peter possuía formação em economia e direito e migrou para o Rio de Janeiro a serviço do Deutsche Uberseeische Bank, instituição bancária de seu país, em 1933, com sua esposa, também alemã. Foi, porém, por meio da fotografia que Peter destacou-se perante a sociedade. Seus retratos de paisagens, monumentos e cidades evidenciavam tão bem a beleza brasileira que a todos impressionava, sendo, inclusive, homenageado pela Prefeitura do Rio de Janeiro no ano de 1999. Destacam-se em seu legado publicações em revistas e livros próprios sobre suas fotografias das cidades do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Peter, que abominava o regime nazista, imigrou ao Brasil para buscar uma nova vida, que construiu com muita honra. A menção a Fuss será suprimida em edições posteriores.
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
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