Mario Quintana e a poesia minimal, por João Anzanello Carrascoza
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
A Companhia das Letras lamenta profundamente a morte do brilhante historiador, cientista político e escritor Boris Fausto.
“Boris Fausto foi um grande historiador, um dos maiores que tivemos, um amigo pessoal e próximo da editora. Estou fora do país e chocado com essa notícia. O Brasil perde um intelectual verdadeiro e um escritor digno dos maiores elogios. Perdemos um homem humilde e sábio como poucos conseguem ser”, diz Luiz Schwarcz, editor e fundador da Companhia das Letras.
Lilia Moritz Schwarcz, historiadora e antropóloga, que foi uma das editoras de Boris, completa: “Boris era um professor de vida. Generoso, ele inventava aos outros e a si mesmo também. Escreveu sobre o mundo do trabalho quando ninguém escrevia, completou a coleção ‘História da civilização brasileira’ com grande originalidade, e ainda passou a fazer memórias e jornalismo histórico. Suas memórias históricas inovaram no afeto, na pesquisa e na sensibilidade. Além do mais, era um grande incentivador dos outros. Me ajudou imensamente, sempre e em todos os sentidos. Vida longa à obra do Boris, que nunca acaba.”
Autor de inteligência notável e gentileza contagiante, Boris Fausto era professor aposentado do Departamento de Ciência Política da USP e membro da Academia Brasileira de Ciências, sendo referência central sobre história brasileira, tema que explorou ao longo de sua extensa obra.
Entre os inúmeros livros que publicou pela Companhia, estão títulos como “A revolução de 1930”, “Negócios e ócios” e “O crime da galeria de cristal”. Seu livro mais recente “Vida, morte e outros detalhes” foi publicado em 2021.
A editora se solidariza com seus leitores, família, fãs e amigos.
Foto de Renato Parada
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
Em Um homem bom, Waldomiro J. Silva Filho cria uma narrativa de rara densidade emocional que evoca os rastros deixados pelas perdas, pela perseguição política e pela melancolia diante de um mundo indiferente.
Errata da primeira edição de "Trincheira tropical: A Segunda Guerra Mundial no Rio"