Mario Quintana e a poesia minimal, por João Anzanello Carrascoza
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
Muitos de nós — se não todos nós — já tivemos momentos memoráveis de nossa história marcados pela música. Com Luiz Schwarcz não poderia ser diferente. Para o editor e autor, que sempre nutriu um profundo interesse pela arte, a música adquiriu também um papel crucial: o da salvação.
No episódio de hoje da Rádio Companhia, Schwarcz fala sobre o seu novo livro de memórias, O ar que me falta, mas também sobre as canções que o acompanharam em momentos belos e críticos de sua vida. Boa parte delas foi cuidadosamente selecionada e reunida em uma playlist, disponível no Spotify da editora.
Segundo o autor, quem leu o seu livro sobre depressão, silêncio, família e holocausto, provavelmente notou a importância da música em sua trajetória. “[Ela] foi e é minha resposta, ou saída, para o silêncio com o qual inundei minha existência, ora intencionalmente, ora sem querer”, compartilha Luiz no texto de apresentação da playlist, publicado no Blog da Companhia.
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
Em Um homem bom, Waldomiro J. Silva Filho cria uma narrativa de rara densidade emocional que evoca os rastros deixados pelas perdas, pela perseguição política e pela melancolia diante de um mundo indiferente.
Errata da primeira edição de "Trincheira tropical: A Segunda Guerra Mundial no Rio"