Mario Quintana e a poesia minimal, por João Anzanello Carrascoza
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo

Hoje completamos 20 anos sem Jorge Amado, um dos mais célebres escritores brasileiros de todos os tempos.
Sua obra, publicada em mais de cinquenta países, foi adaptada com sucesso para o rádio, o cinema, a televisão e o teatro, transformando os personagens criados pelo autor em parte indissociável da cultura brasileira. Em emocionante texto escrito ao saber de seu falecimento, o grande amigo e escritor José Saramago afirma: “Sim, andamos por aí rodeados pelas presenças dos vivos que preenchem (preenchemos) buracos na atmosfera, mas também estamos cercados pelas presenças da ausência, a dos mortos, esses que nos legaram vazios para sempre vivos no lugar que antes ocupavam, mesmo quando de si nada mais ficou que a poeira dispersa em que se tornaram. Por aqui se vê como me é tão fácil escrever sobre Jorge Amado para dizer que está vivo.”
O texto completo, retirado do livro Com o mar por meio – Uma amizade em cartas, está disponível na íntegra. Leia.
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
Em Um homem bom, Waldomiro J. Silva Filho cria uma narrativa de rara densidade emocional que evoca os rastros deixados pelas perdas, pela perseguição política e pela melancolia diante de um mundo indiferente.
Errata da primeira edição de "Trincheira tropical: A Segunda Guerra Mundial no Rio"