Mario Quintana e a poesia minimal, por João Anzanello Carrascoza
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo

Seria possível juntar numa mesma história o ditador fascista Benito Mussolini, o humanista francês Romain Rolland, Nobel de Literatura, e o pacifista Stefan Zweig?
"Quem armou esta façanha foi um jovem médico italiano, o socialista Giuseppe Germani. Na verdade, foi a sua mulher, Elsa. Para tirá-lo do cárcere na Itália, ela fez um dramático apelo a Stefan Zweig, no auge de sua fama, o escritor mais traduzido do mundo. Zweig queria mostrar ao guru, Romain Rolland, que era possível enfrentar as tiranias com a força da palavra, sem recorrer ao confronto político. Conseguiu, escrevendo uma carta a Mussolini para libertar o médico acusado de conspirar contra o regime. Esta dramática história é revivida, pela primeira vez, através de fotos e cartas inéditas cedidas pela nora do Dr. Germani, Monika Germani". Assim explica Alberto Dinnes, autoridaddes internacional no grande escritor austríaco e coordenador da série Stefan Zweig na Zahar.
A exposição O caso Germani está em cartaz no Midrash Centro Cultural, no Rio de Janeiro, até o dia 1/12 e na casa Stefan Zweig, em Petrópolis, a partir do dia 2/11.
Serviço:
Midrash Centro Cultural
rua General Venâncio Flores 184 / Leblon
Rio de Janeiro, RJ
tel.: 55 21 2239-1800
Casa Stefan Zwieg
rua Gonçalves Dias 34 Petrópolis, RJ
tel.: 55 24 2245-4316
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
Em Um homem bom, Waldomiro J. Silva Filho cria uma narrativa de rara densidade emocional que evoca os rastros deixados pelas perdas, pela perseguição política e pela melancolia diante de um mundo indiferente.
Errata da primeira edição de "Trincheira tropical: A Segunda Guerra Mundial no Rio"