Trilogia da desordem, por Natércia Pontes
Natércia Pontes compartilha os temas que marcam seu novo romance, "Vida doçura".
O livro de Jô: Uma autobiografia desautorizada — volume 2, de Jô Soares e Matinas Suzuki
Em 1969, Jô Soares lança o seu primeiro one-man show, Todos amam um homem gordo, no teatro da Lagoa, no Rio de Janeiro. No ano seguinte, depois do enorme sucesso na Família Trapo, estreia na Globo, no programa que revolucionou os humorísticos na TV brasileira, Faça humor não faça guerra. Na aguardada segunda parte do Livro de Jô: uma autobiografia desautorizada, ele conta tudo (ou quase tudo, ou mais que tudo) que aconteceu desde então, até chegar ao talk show que mudou o fim de noite dos brasileiros.
Poemas, de T.S. Eliot (tradução de Caetano W. Galindo)
A obra poética de uma das vozes fundamentais do cânone ocidental em nova tradução.
Contos completos, de Liev Tolstói (tradução de Rubens Figueiredo)
A reunião de toda a prosa breve do autor de Guerra e paz e Anna Kariênina.
Os contos, de Lygia Fagundes Telles
Os contos completos da grande escritora Lygia Fagundes Telles são reunidos pela primeira vez em um único volume.
Apesar de tudo, de Dipacho (tradução de Mell Brites)
Nenhuma história de amor acontece sem dificuldades, seja você humano ou pinguim. Mas é justamente quando passamos por obstáculos que o sentimento se fortalece.
Alfaguara
Maior que o mundo, de Reinaldo Moraes
“Em seu estilo pop, Reinaldo reúne a (baixa e alta) pornografia e um humor irresistível com a cultura e a sofisticação literária, que levam a gargalhadas, a vastas emoções e a reflexões sobre o melhor e o pior dos brasileiros.” — Nelson Motta
Natércia Pontes compartilha os temas que marcam seu novo romance, "Vida doçura".
O evento abordou a necessidade de fortalecer a relação entre a biblioteca e a comunidade escolar, estratégias para a formação de leitores e as dores e delìcias de ser bibliotecário
Representação e representatividade têm diferenças? Sim! E há muito o que se falar sobre especificamente quando ouvimos essas mulheres indígenas Carina Pataxó, Raquel Teixeira e Tai